
Atualmente a atividade física de forma generalizada se torna cada vez mais acessível ao público, com o aumento do número de academias, clubes, condomínios, que incluem a sala de musculação, a presença do Personal Trainer, contribuindo cada vez mais para o treinamento individualizado, priorizando a prestação de serviço e aumentando o espaço do profissional de Educação Física facilitando o ingresso de indivíduos na sala de musculação.
Quando procuramos à academia tentando melhorar nosso corpo e perder a gordura localizada tão indesejada, ocorrem inúmeras mudanças em nosso corpo.
Num treino na sala de musculação modificamos nossa composição corporal de forma que a musculatura se torne mais rígida, aumentando sua capacidade de produzir força, com isso conseguimos desempenhar as atividades diária com mais disposição, facilidade, melhorando a qualidade de vida, aspectos psicológicos (auto-estima e autoconfiança). Juntamente com essas modificações os benefícios à saúde vêm como conseqüência e além dessas melhorias, conseguimos reabilitar pessoas com diversos tipos de lesões e fazer trabalhos de propriocepção para alunos que são predispostos a qualquer problema de saúde.
Os níveis de força de indivíduos sedentários podem modificar-se relativamente em pouco tempo. De 25 a 100% em períodos de 3 a 6 meses com periodicidade de 3 sessões semanais.

Nesse tempo de adaptações os ganhos iniciais são de predominância neural com aumento do recrutamento da musculatura, redução da co-ativação da musculatura antagonista, modificações nas sinapses neuro-motoras, sincronização das unidades motoras envolvidas no movimento (coordenação intramuscular) pelo Princípio de tamanho (Henneman,1965) onde o músculo se contrai de forma mais sincronizada, neste caso das menores para as maiores fibras.
Vários estudos investigaram métodos para elevar o trabalho no treinamento. Pesquisadores descobriram que o método da carga linear e contínua eram menos eficientes do que o método de carga progressiva. Opondo-se ao método de sobrecarga, o método progressivo preenche as exigências fisiológicas e psicológicas de que, após uma elevação de carga de treinamento, deve ter uma fase de recuperação na qual o aluno se regenere e se adapte.

Quando elevamos a carga de treinamento, produzimos um pequeno desequilíbrio fisiológico e psicológico, seguindo-se a fase de adaptação para que o indivíduo ajuste-se às exigências do treinamento, resultando na melhoria do desempenho. Modificações positivas do treinamento sistematizado mostram adaptações a vários estímulos. Existe alta correlação a adaptação e a dosagem do treinamento.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
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